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Programação Regular Quinta da Caverneira

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Datas
2021/01/08 a 2021/03/20

8 de janeiro a 16 de abril
Galeria Quinta da Caverneira
Exposição
“História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar” - Lembrar Sepúlveda

Inauguração, 8 de janeiro, 18h00

No ano em que Luís Sepúlveda nos deixou, relembramos o espetáculo «História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar», a partir da obra do autor, que o Teatro Art’Imagem estreou em 2008, com dramaturgia e encenação de Pedro Carvalho e Valdemar Santos, com uma exposição que apresenta os materiais cenográficos e as marionetas de Sandra Neves, relembrando o universo do espetáculo.

Curadoria de Sandra Neves, cenógrafa e marionetista que concebeu toda a plástica e o cartaz do espetáculo.

13 de janeiro a 17 de março, 21h00 – 23h00
Oficina de Teatro da Maia
Dramaturgia (Online)

A oficina de Escrita Dramática será um espaço virtual para a aprendizagem do desenvolvimento duma voz literário-dramática. Iniciando-se por responder à questão “O que é a Dramaturgia?”, o percurso será fomentando pela análise de textos teóricos e dramáticos. Neste sentido, os conteúdos programáticos contêm textos que vão desde o teatro e teoria estética/filosófica da antiguidade grega, passando por Shakespeare, Brecht, Beckett e outros vários, até ao contemporâneo teatro pós-dramático. Propor-se-á o estudo destes textos como um ponto de partida para o desenvolvimento de uma escrita mais rica e aprimorada.
Tendo em conta a importância dada ao caráter prático da escrita, os participantes terão a oportunidade de exercitar as suas aptidões durante o curso das aulas, com uma incidência e exigência graduais.

No final do curso, os alunos terão a possibilidade de ter a independência necessária para a escrita dum texto dramático, sabendo fazer a clara distinção entre uma fala, uma didascália, uma cena, um ato, um solilóquio, um monólogo, entre outros conceitos.

Formador José Pedro Pereira
Maiores de 16
Gratuito

13 a 16 de janeiro, 19h00
17 de janeiro, 16h00
Auditório da Quinta da Caverneira
"Desastre Nu" - Teatro Art'Imagem

O Teatro Art´Imagem vai repor "Desastre Nu", o espetáculo cuja temporada de estreia foi cancelada pelo estado de emergência.
O Teatro foi para casa em tempos de confinamento e levou com ele a vontade de ter em cena uma nova criação, voltamos agora com este texto de hoje e de sempre que nos fala de nós próprios, da humanidade e do quanto ela cheira mal.
Um espetáculo cheio de humor sarcástico que nos fala sobre a condição do ser social e individual.
Onde se encontram as autoridades? As leis, a moral, a justiça e os bons costumes? Nunca saberemos nada sobre o nosso medo?
Mais do que nunca para enfrentar os medos que nos dias de hoje nos são mais familiares, Desastre Nu sobe ao palco como uma segunda estreia e promete de forma absurda fazer-nos pensar sobre a realidade do estado em que se encontra o mundo, os sistemas, as pessoas...e os cheiros.

Texto António Aragão Dramaturgia e Encenação Daniela Pêgo Interpretação Flávio Hamilton, Diana Barnabé, Filipe Gaspar e Gustavo Caldeira Assistente de Encenação André Rabaça Desenho de Luz e Vídeo André Rabaça Figurinos e Adereços Cláudia Ribeiro Sonoplastia e criação musical Carlos Adolfo Produção Sofia Leal e José Pedro Pereira Director do Teatro Art’Imagem José Leitão

M/12
70 min.

BILHETEIRA
5,00€ Normal
3,00€ Estudantes, Crianças menos de 6 anos, M/65, Profissionais das Artes Cénicas, Desempregados e sócios do Sindicato dos Bancários do Norte.
Horário: 45 minutos antes do início de cada espetáculo.
Entrada mediante reserva prévia.

20 de janeiro, 18h00
Auditório da Quinta da Caverneira
Apresentação de livro
“Três décadas em trinta notas de Teatro e Artes Performativas”, de António Pedro Afonso

Um conjunto de trinta notas, escritas entre 28 Janeiro e 26 Fevereiro, (uma por dia), e que abordam de forma breve trinta anos de atividade profissional de teatro, desde a estreia de António Pedro Afonso, no ido ano de 1989, até ao dia de hoje. Estas trinta notas sugerem essa permanente busca do autor/ator, vestindo a pele ou pondo-se no lugar do outro:

«E o tempo passa e passaram-se entretanto Três décadas e, dezenas de espectáculos e criações e géneros e correntes. O rito e a sátira, a tragédia, a comédia ou, o drama, o musical, a revista à portuguesa, o café-teatro ou a opereta, a opera e o teatro clássico! O realismo, o construtivismo, o nihilismo, dada, existencialismo, absurdo, o contemporâneo, a performance, o desenho ou a fotografia e, o cinema, o cubismo ou abstraccionismo. Qualquer forma de representação, qualquer género ou corrente, o movimento e a dança, a banda desenhada ou design, fazem parte afinal da mesma família – a famílias das artes.

Todas as expressões ou representações são flagrantes, porém, o rio da arte teatral, esse leva o edifício do teatro a esse outro edifício maior – o tal que reúne todas as artes e, que se pode compilar na própria História do Teatro e, numa estória maior, que se confunde com a Vida e a maior de todas as artes, a Arte de Viver. Viva o teatro!»

Gratuito

13 de fevereiro, 19h00
Quinta da Caverneira
"DoNoDoNaDa"
Varazim Teatro pela Companhia Certa

"DoNoDoNaDa" é um espetáculo destinado ao público infantil e familiar a partir dos 3 anos. É uma parábola sem palavras onde os gestos e os movimentos dos atores não precisam do texto para se fazer entender. A música tem uma importância fundamental, porque acompanha constantemente as acções, enfatiza as intenções e modula as emoções. Dentro de uma atmosfera lúdica criada a partir de um dispositivo cénico feito de madeira, cartão e papel, os personagens (inspirados no cinema mudo de Charlie Chaplin e Buster Keaton) perdem-se num remoinho de situações divertidas que nos remetem ao mundo em que vivemos para tentar conhecê-lo melhor. Há pessoas que são donas de muito e outras que são donas de nada. Isto está visto que é pura obra do acaso, porque os donos de tudo poderiam ter nascido donos de pouco e ser donos de muito os que nasceram donos de quase nada. Os que nada têm muito querem ter e os que muito possuem mais querem conquistar. O mundo dá voltas, reviravoltas, saltos, cambalhotas e ficamos todos de pernas para o ar. Vamos lá ver se nos entendemos. Se tão rápido a vida passa porque será que a gente passa a vida a querer ter muito quando finalmente não é preciso quase nada?
"DoNoDoNaDa" revela com humor e ironia que os seres humanos perdem demasiado tempo a lutar para ganhar e esquecem-se completamente que o que é bom mesmo… é brincar.

Criação e encenação Gonçalo Guerreiro Interpretação Eduardo Faria, Joana Luna e Joana Soares Criação musical Paulo Lemos Cenografia Gonçalo Guerreiro Figurinos Gonçalo Guerreiro e Joana Soares Desenho de Luz Gonçalo Guerreiro e José Raposo Assistente de Cenografia Hugo Carvalho Confeção de Figurinos Adélia Agra Fotografia José Carlos Marques Vídeo João Rei Lima - www.jworks.pt Formação em Contexto de Trabalho Teresa Pinhão em parceria com a JOBRA Produção Executiva Joana de Sousa

M/3 anos
50 min

BILHETEIRA
5,00€ Normal
3,00€ Estudantes, Crianças menos de 6 anos, M/65, Profissionais das Artes Cénicas, Desempregados e sócios do Sindicato dos Bancários do Norte.
Horário: 45 minutos antes do início de cada espetáculo.
ENTRADA MEDIANTE RESERVA PRÉVIA ATÉ À LOTAÇÃO DA SALA

4 de março, 19h00
Auditório Quinta da Caverneira
“Netzarim Palestina”| Teatro Falado (comunidade de leitores)
Fundo Teatral Art’Imagem/C.M.Maia

 

Textos do poeta palestino Mahmud Darwich, poetas árabes, autores diversos, crónicas, reportagens e notícias da imprensa, levados ao palco em 2003 numa co-produção de Teatro Art’Imagem e Teatro do Morcego- Laboratório Oficina, com dramaturgia e encenação de José Leitão.
Netzarim, local da faixa de Gaza, junto a um colonato, de grande concentração militar, onde os jovens palestinianos protestam, atirando pedras, ao exército de ocupação. Em 30 de Setembro de 2000, Jamal al-Durrah e o seu filho Mohamed, de 12 anos, foram baleados quando por ali passavam. A criança morreu encostada ao ombro do seu pai ficando gravemente ferido. Esta macabra cena foi filmada por um repórter estrangeiro e as suas imagens correram mundo. Um texto levado á cena que pretende dar a conhecer, na sua vertente artística e humana, os horrores de uma ocupação. Um povo ocupado na sua pátria é um povo a quem se pretende roubar a alma, a sua identidade.

«A todos os habitantes, da cidade velha de Nablus, vocês estão cercados por terra e ar. Rendam-se imediatamente ou dinamitamos as vossas casas.
Os homens devem sair com os braços no ar e com o tronco nu para mostrar que não carregam qualquer arma.

Último aviso a todos os habitantes da cidade velha de Nablus, vocês estão cercados por terra e por ar. Rendam-se imediatamente ou dinamitamos as vossas casas. As mulheres e as crianças devem sair juntas antes dos homens. Todos de mãos no ar.»

Gratuito.

20 de março, 11h00
Biblioteca da Quinta da Caverneira
“Pinóquio”, de Carlo Collodi| Teatro a Ler
Leitura expressiva de Textos de Teatro para crianças

Era uma vez um pedaço de madeira, um bom canivete e as mãos hábeis de um velho carpinteiro: assim nasce Pinóquio, o menino-boneco que foi feito para dançar, esgrimir e dar saltos-mortais...

Nesta belíssima obra da literatura infantil, Collodi, o criador de Pinóquio, mostra-nos o real valor de sermos verdadeiros, de sabermos ver e ouvir aqueles que sabem mais do que nós e de termos uma atitude reflexiva para todas as nossas acções na vida.

Esta história, que Collodi tão genialmente soube escrever num estilo não moralístico, lúdico, divertido, terno e irónico é, sem dúvida, uma obra onde crianças e adultos encontram uma rara e feliz reflexão sobre o mundo dos homens.

As Aventuras de Pinóquio, que inicialmente se chamava apenas História de Um Boneco, começou por aparecer em folhetim na publicação Il GiornaIe dei Bambini e nasceu das insistências do director para que Collodi colaborasse no jornal. Só em 1883 foi publicado em volume, com o título atrás mencionado.

De então para cá, a obra tem sido sucessivamente editada sob todas as formas e encontra-se traduzida em todas as línguas. Os críticos são unânimes em considerá-Ia a melhor obra da literatura infantil italiana e uma das melhores do mundo.

Pinóquio foi levado à cena pelo Teatro Art’Imagem em 2005, com dramaturgia e encenação de Tilike Coelho.

Gratuito.

Morada

Quinta da Caverneira

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