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Quintas de Teatro "A Criatura" – Companhia de Teatro de Braga

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Slideshow
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Datas
27 Fev 2020

 

O espetáculo centra-se no conceito de criação artística, analisando a delicada sintonia que se cria entre o autor e seu trabalho. Lelio Lecis transporta o público para a última história contada por Ibsen, com o espetáculo A Criatura, uma obra dedicada à arte, aos sonhos e aos impulsos de paixão, onde a loucura e a morte se conectam com o sentido mais profundo da criação artística.
"A criação artística é para seu criador a única possibilidade de comunicar o seu mundo aos outros, mas também a si mesmo", explica o encenador, refletindo sobre a intimidade da relação que é criada entre o artista e a sua "criatura".
No geral, o trabalho representa a reflexão de uma extrema meditação feita pelo autor sobre si mesmo e sobre a sua própria arte, através do personagem de um famoso escultor (Rubek), actualmente idoso, que descobre ter sacrificado o amor pela arte e a própria arte pelo sucesso, acompanhado por imagens fervorosas, numa cadeia de atos de absoluto egoísmo. O escultor torna-se, de facto, famoso em todo o mundo principalmente pela sua escultura sobre a ressurreição, que representa uma jovem mulher que se eleva em direção ao céu, a partir de um pedestal que parece uma terra povoada por seres humanos semelhantes a animais. Na realidade, o escultor deve sua fama mais ao pedestal do que à estátua.
O professor Rubek, o orgulhoso herói do drama, o homem que acredita ter conquistado a imortalidade e a glória, descobre nunca ter vivido. Então, ele tenta acordar de seu sono profundo, apenas para se entregar à morte.
Apesar das raízes nórdicas do espetáculo, o encenador consegue recriar no palco o sabor da terra da Sardenha: na verdade, da Sardenha se respiram as luzes, os silêncios, a linha do horizonte, um nervosismo que nunca se torna neurose e o tempo que se divaga lentamente.
Lelio Lecis, que há anos estuda a relação entre o artista e a obra de sua criação, encontrou numa história do século XIX - a mesma que inspirou Ibsen na escrita de "Quando nós, os mortos, despertarmos" - uma representação eficaz desse delicado relacionamento.

Adaptação Lelio Lecis [a partir de Henrik Ibsen “Quando nós os mortos despertarmos”]; Tradução: Ana Cruz; Encenação: Lelio Lecis*; Cenografia e Figurinos: Valentina Ena; Guarda-Roupa: Manuela Bronze e Mónica Melo; Confecção Figurinos: Manuela Lopes e Mónica Melo; Desenho de Luz: Lelio Lecis; Projeção Laser: João Moura; Design Gráfico: Carlos Sampaio; Fotografia: Eduarda Filipa; Operação de Luzes: Vicente Magalhães; Operação de Som: João Chelo; Captação de Som da personagem "Gerente": Luís Rosa Lopes; Voz-off da personagem "Gerente": Rui Madeira; Elenco: António Jorge, Eduarda Filipa, Rogério Boane e Solange Sá; Director Técnico do Theatro Circo: Celso Ribeiro; *director de Akroama

Gratuito
70M
M/14

Morada

Grande Auditório do Fórum da Maia

Telefone
229 408 643
Endereço Web
Horário

21:30h

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